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O Cuzinho de Vanessa pela primeira vez

Por Renato·25 de abril de 2026·8 min de leitura

Vanessa sempre foi uma mulher de gostos específicos. Aos vinte e nove anos, casada há cinco com Renato, ela descobrira cedo que o sexo anal era o seu lugar favorito. Não a buceta — o cu. Cada vez que Renato a preenchia por trás, ela revirava os olhos e gemia até o vizinho ouvir. Eles tinham uma vida sexual ativa, mas o que Vanessa não sabia é que o marido guardava um segredo — um desejo que ele nunca tivera coragem de confessar.

Ou quase isso.


— Eu quero ver você com outro homem.

A frase caiu no silêncio do quarto como uma bomba. Vanessa parou de se maquiar e olhou para Renato através do espelho do banheiro.

— O quê?

Ele estava sentado na beirada da cama, mãos inquietas sobre os joelhos.

— Eu quero... ver você com outro homem. Alguém que eu conheça. De preferência, alguém de confiança.

Vanessa deixou a escova de maquiagem cair na pia.

— Você tá me dizendo que quer me dividir com outro cara?

— Não dividir — ele corrige, levantando as mãos. — Eu quero assistir. Eu quero ver você abrindo as pernas pra outro pau. Principalmente... — ele engoliu em seco — ...principalmente o cu. Eu quero te ver levando no rabo, tomando cacete de outro homem.

O silêncio que se seguiu foi pesado. Renato esperou o pior — que ela gritasse, jogasse algo na cara dele, falasse que o casamento tinha acabado. Mas Vanessa não fez nada disso. Ela só pensou por um longo momento e então perguntou:

— Por quê?

— Não sei — ele admitiu. — É só... a ideia me excita demais. Ver você sendo desejada por outro. Ver outro homem te preenchendo enquanto eu assisto.

Vanessa caminhou até a cama e sentou ao lado dele. Sua mão tocou o rosto do marido.

— E quem seria esse homem?

Renato desviou o olhar.

— Fabio.

Vanessa repetiu o nome na cabeça. Fabio. Moreno, alto, musculoso, trintão. Ele era amigo de Renato há anos — amigo de verdade, desses que aparecem no churrasco, jogam videogame e olhavam para a esposa do amigo com uma discretegança que ninguém conseguia disfarçar.

— Ele topou? — ela perguntou.

— Eu perguntei. Ele quase engasgou com a cerveja. Disse que era o sonho da vida dele.

Vanessa ficou em silêncio por um longo tempo. Ela pensou em tudo que tinha ouvido sobre Fabio — que era generoso na cama, que não recusava uma mulher, que tinha um pau de vinte e um centímetros. Ela nunca tinha transado com ninguém além de Renato. Nunca. Nem um beijo de língua dado por outro homem. Aos vinte e nove anos, ela era completamente intacta.

— Eu tenho medo — ela finalmente disse. — Não de você. De passar por isso e me sentir... usada.

Renato segurou as mãos dela.

— Se você não quiser, a gente não faz. Eu prefiro você do jeito que é agora do que perder você pra uma experiência ruim.

Vanessa o beijou. Lentamente. Com carinho.

— Deixa eu pensar.


Três dias depois, eles estavam na sala de estar do apartamento de Fabio. A desculpa era um "encontro de casais", mas os três sabiam o que aquilo realmente era.

Fabio serviu drinks. Renato tomou whiskey. Vanessa nem tocou no copo — estava nervosa demais para beber. Ela usava um vestido preto que Renato escolheu, justo, de alças finas, que mostrava o contorno dos seus seios e o formato do rabo avantajado. Sutiã sem alças, calcinha de renda invisível. Ela tinha se depilado inteira na tarde anterior e passara um óleo corporal com cheiro de baunilha.

Fabio não conseguia desviar os olhos.

— Você é maluca — ele disse, rindo nervoso enquanto deixava os copos na mesa. — Eu passo anos sonhando com você e do nada o Renato me chama pra isso.

— Eu também passei anos pensando — Vanessa respondeu, se levantando do sofá e caminhando em direção a ele. — E descobri que eu quero descobrir o que é transar com outro homem.

Ela parou na frente dele. Estava quase na mesma altura.

— Só uma coisa — ela disse.

— O quê?

— Meu cu é meu lugar favorito. Se você for um homem que vai me dividir com meu marido, eu quero que seja no cu. É isso que eu sei fazer melhor. É isso que eu quero te dar.

Fabio engoliu em seco. Renato, do sofá, já estava com a mão dentro da calça, masturbando.

— Vamos pro quarto — Fabio disse.


No quarto, as coisas aconteceram rápido.

Vanessa tirou o vestido devagar, dançando, enquanto Renato sentava na poltrona e Fabio ficava de pé, completamente duro, assistindo. Ela ficou só de sutiã e calcinha, rebolando na frente dos dois homens.

— A calcinha — ele disse com a voz rouca.

Vanessa tirou o sutiã. Seus seios — naturais, médios, bicos duros — balançaram livres. Fabio se aproximou e abocanhou um deles, sugando como se quisesse arrancar leite. A outra mão ia pro rabo dela, apertando, enquanto a boca descia pro pescoço.

— Lambe — Vanessa mandou, a voz já rouca de tesão.

Fabio baixou o corpo, ajoelhando na frente dela. Lambeu seus seios, a barriga, passou a língua pelo umbigo. Ele pediu permissão e ela abriu as pernas. Ele tirou a calcinha com os dentes e foi direto pra xoxota.

— Ah, que delícia — ele gemeu, enterrando a cara na boceta dela. — Você é uma putinha gostosa, hein?

Vanessa gemia, puxando o cabelo dele, rebolando na cara dele. Renato assistia tudo, punhetando sem parar.

— Agora o cu — Vanessa disse, se virando e empinando o rabo na direção de Fabio. — Lambe o cu primeiro.

Fabio afastou as bandas do rabo dela com as mãos e enfiou a língua no cuzinho rosinha de Vanessa. Ela gritou.

— Senta — ela mandou depois de um minuto.

Fabio obedeceu. Vanessa ajoelhou na frente dele e tirou a calcinha. Ela pegou o pau dele na mão — duro, quente, pulsações finas — e começou a punhetar devagar.

— Vinte e um centímetros? — ela perguntou, olhando pra aquele monstro.

— Mais ou menos. Porra, Vanessa...

Ela sorriu e enfiou o pau dele na boca. Quase não cabia. Ela foi descendo devagar, afogando um pouco, a mão compensando o que a garganta não alcançava. Fabio jogou a cabeça pra trás, gemendo.

Renato se levantou da poltrona, veio por trás de Vanessa e abaixou a calcinha — que ela tinha deixado nos tornozelos. Ele tocou a xoxota dela por baixo.

— Já tá toda molhada — ele sussurrou.

— Vai entrar — Vanessa respondeu entre uma bomba e outra.

Renato passou o pau na entrada da xoxota e começou a empurrar. Vanessa estava sendo preenchida nos dois buracos — a boca pelo pau de Fabio, a xoxota pelo de Renato. Seus olhos lacrimejavam.

Fabio segurou o rosto dela e olhou nos olhos dela.

— Eu quero gozar na sua boca — ele disse. — Você engole?

— Tiro no rosto — ela respondeu.

Fabio acelerou os movimentos da boca dela. Em segundos, explodiu — jatos quentes de porra enchendo a boca de Vanessa. Ela tirou o pau e abriu a boca, mostrando tudo, depois engoliu com um sorriso.

— Agora o cu — Renato disse.

Vanessa se virou, empinando o rabo. Renato tirou o pau da xoxota e posicionou a cabeça no cuzinho dela. Fabio veio por trás com o pau duro.

Vanessa sentiu o pau dele na entrada do rabo.

— Devagar — ela pediu.

— Eu sei — Fabio respondeu. — Seu marido me avisou. Que seu cu é sagrado.

Ele começou a empurrar. Devagar. A cabeça do pau dele foi abrindo a parede estreita do cuzinho dela. Vanessa gritou — não de dor, de uma sensação tão intensa que ela não conseguia distinguir. Fabio foi entrando centímetro por centímetro enquanto Renato segurava as ancas dela.

— Para — Vanessa pediu depois do primeiro minuto. — Deixa eu acostumar.

Fabio ficou parado. O pau dele estava meio dentro. Ela respirou fundo, contraiu o rabo e depois relaxou.

— Pode continuar.

Ele empurrou mais. Mais um pouco. Até que todo o pau de 21cm estava dentro do cuzinho dela.

— Meu Deus — Fabio disse, com a voz embargada. — Você é tão apertada...

Vanessa começou a rebolar. Devagar no começo, depois mais rápido. Fabio acompanhava o ritmo e começou a meter — primeiro devagar, depois cada vez mais forte, até que o som das bolas dele batendo no rabo dela ecoava no quarto.

Renato punhetava assistindo o melhor amigo destruir o rabo da sua esposa com um pau de vinte e um centímetros. A língua de Vanessa pendia pra fora, os olhos revirados, ela gritava a cada investida.

— Isso aí, putinha — Fabio disse entre gemidos. — Toma esse cacete no cu...

Vanessa não conseguia mais falar. Seu corpo inteiro tremia. Ela sentiu o orgasmo se construindo na barriga — um prazer tão intenso que quase doía.

— Eu vou gozar — ela gritou. — Ah, porra, eu vou gozar...

O rabo dela apertou o pau de Fabio. Fabio rugiu e explodiu dentro dela — jatos quentes de porra preenchendo o cuzinho. Ao mesmo tempo, Renato pulou e gozeu nas costas de Vanessa.

Vanessa desabou na cama, exausta, o rabo aberto, porra escorrendo. Ela olhou pros dois homens ali, ambos respirando pesado.

— Quando a gente repete? — Fabio perguntou.

Vanessa sorriu.

— Quando vocês quiserem.

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