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Ensinei minha amiga da faculdade a dar o cuzinho

Por Tainá·25 de abril de 2026·8 min de leitura

Eu nunca vou esquecer daquela noite. Tainá tinha vindo dormir na nossa casa porque estava passando por um momento difícil com o namorado, e eu, como boa amiga, ofereci o ombro. O que eu não esperava é que aquele ombro viria com um bônus que eu jamais imaginei.

Lucas tinha saído para trabalhar no turno da noite — ele fazia isso às vezes, quando a firma precisava de alguém. Eu e Tainá ficamos tomando vinho, conversando sobre bobagens, até que a conversa foi escorregando para território perigoso.

— Você sabe — Tainá disse, comendo as palavras — , eu sempre tive curiosidade. Sobre... você sabe, o tal do anal.

Eu ergui uma sobrancelha. Ela nunca tinha sido tão direta assim.

— Curiosidade como? — eu perguntei, me virando no sofá para encará-la.

— Não sei, Marina. Tipo... como é que funciona? Dói? É verdade que uma vez você começa, não para mais?

Eu sorri. Tainá tinha esse jeito ingênua de fazer perguntas sobre sexo que me fazia rir e me excitar ao mesmo tempo.

— Quer que eu te ensine? — a frase escapou da minha boca antes que eu pudesse pensar direito.

Ela ficou vermelha. Vermelha demais.

— Como assim... você me ensinar?

— Sim. Com o Lucas. — Eu disse, e minha voz nem tremeu. — Para você aprender como funciona, sem pressão. Só para satisfazer a curiosidade.

O silêncio que se seguiu foi o mais alto que eu já ouvi. Tainá me olhou como se eu tivesse três cabeças, depois desviou o olhar para a garrafa de vinho, como se fosse a coisa mais interessante do mundo.

— Eu... não sei, Mari. Não quero causar problemas no seu casamento.

— Problemas? — Eu ri, me levantando do sofá e caminhando até ela. — Tainá, eu sou a mulher mais safada que você conhece. Se eu não quero problemas, eu não proponho.

Eu sentei ao lado dela e coloquei a mão no seu joelho. Ela não se afastou.

— Mas e o Lucas? — ela sussurrou.

— O Lucas vai adorar. Ele sempre quis saber como seria... treinar alguém. — Eu sorri, me inclinando e dando um beijo suave no seu pescoço. — Para mim.

Peguei o telefone e mandei uma mensagem pro Lucas. Lucas respondeu em segundos, como se estivesse esperando. "Chego em 20 minutos." Eu mostrei para Tainá, que cobriu a boca com as mãos e arregalou os olhos enormes.

— Eu não... eu nunca... — ela gaguejou.

— Shh — eu fiz, puxando-a para cima do sofá. — Vem. Vamos tomar um banho juntas primeiro.

A água escorria pelos nossos corpos enquanto eu ensaboava os cabelos de Tainá. Ela estava nervosa, tremendo levemente sob meus dedos, mas não disse não. Quando eu deslizei a mão pelo seu ombro, pela sua clavícula, até parar no seu seio, ela respirou fundo.

— Assim — eu sussurrei contra o seu ouvido. — Relaxa. Eu estou aqui.

Saímos do banho e eu a sequei devagar, beijando cada parte do seu corpo que era revelada. Ela ia me deixando fazer, os olhos fechados, a respiração cada vez mais pesada. Quando eu a empurrei suavemente para dentro do quarto, Lucas já estava lá.

Ele estava sentado na beira da cama, só de boxers, os braços apoiados nos joelhos, assistindo tudo com aquele sorriso de predador que eu tanto amava. Tainá parou na porta, e eu vi seus olhos viajarem pelo corpo do meu marido — peito definido, braços fortes, aquela piroca avantajada que ela estava prestes a conhecer de verdade.

— Vem cá, putinha — Lucas disse, com a voz rouca. — A Marina vai te ensinar direitinho.

Tainá engoliu seco. Eu a conduzi pela mão até a cama, onde ela se sentou ao lado do meu marido. Eu me posicionei na frente dela, abrindo suas pernas com gentileza.

— Primeiro, a gente precisa te preparar — eu disse, deslizando os dedos pelo seu corpo até chegar na sua xoxota. Ela já estava molhada, umedecendo os meus dedos. — Vê? Seu corpo já está pronto.

Eu me virei para Lucas, que já tinha tirado os boxers. Aquele pau duro, pulsando, esperando. Eu o segurei pela base e o guidei até a boca de Tainá.

— Chupa ele — eu ordenei. — Devagar. Aprende devagar.

Tainá hesitou por um segundo, depois abriu a boca e pegou a ponta entre os lábios. Lucas jogou a cabeça para trás, um gemido rouco escapando da sua garganta. Eu assisti enquanto ela experimentava, testando, aprendendo os ritmos.

— Isso aí, putinha — eu animei, passando a mão pelos seus cabelos. — Você está se saindo muito bem.

Eu me posicionei atrás dela, permitindo que meu marido continuasse sendo satisfeito enquanto eu a preparava por trás. deslizei um dedo pelo seu cuzinho, que já estava cedendo, e depois outro. Ela gemia em volta do pau do Lucas, as vibrações alimentando seu prazer.

— Agora — eu disse, retirando os dedos — você vai aprender a dar o cuzinho direito.

Eu guidei Tainá para uma posição de quatro, sua bundinha empinada para mim, a boca ainda cheia do meu marido. Lucas se posicionou atrás dela e, sem aviso, empurrou o teto para dentro dela.

O grito de Tainá foi abafado pelo pau na sua boca, mas eu vi as lágrimas escorrendo pelos seus olhos — não de dor, mas de um prazer tão intenso que ela não conseguia processar. Sua mão foi até a sua própria xoxotinha, mexendo comfúria.

— Isso aí, putinha — Lucas gurugemou, começando a estocar. — Toma esse cú!

Eu assisti, me tocando, observando o meu marido arrombar o cú da minha amiga enquanto ela rebitava a bundinha, tentando matching his ritmo. Os tapas na sua bunda ecoavam pelo quarto, misturando-se com os gemidosmolhados de todos os três.

— Goza, sua puta! — Lucas ordenou, agarrando os cabelos de Tainá e a forçando a ir mais fundo na sua garganta. — Goza no meu pau!

Tainá obedeceu. Seu corpo inteiro tremeu enquanto o orgásmo a consumia, e eu vi a porra do Lucas jorrando pela sua garganta, transbordando pelos cantos da sua boca. Ela tentou engolir tudo, mas era impossível — um hilo branco escorreu pelo seu queixo.

Lucas retirou o pau da boca dela e a virou de costas, sem parar demeter. Agora ele a coma de frente, olhando nos seus olhos enquanto a destruía.

— Você é uma puta tão gostosa — ele disse entre estocadas. — O cú apertado assim... que delícia.

Eu não aguentei mais. Escancalei as pernas e comecei a me masturbar, observando minha amiga ser consumida pelo meu marido. Os espasmos do meu próprio prazer começaram a crescer dentro de mim, e quando Tainá gritou de novo — dessa vez um grito longo, primitivo — eu também gozei, a cachoeira encharcando a minha própria mão.

Lucas continuou, cada vez mais rápido, mais forte. Ospelos da sua pélvis batendo contra a bunda de Tainá, o som desecs e molhado ao mesmo tempo. Eu vi quando ele finalmente gozou — uma última estocada profunda, o corpo arqueando, e depois a descarga quente preenchendo o cú da minha amiga.

— Meu Deus — Tainá respirou, Largada na cama, o cú pingando esperma. — Foi... eu nunca...

Lucas sorriu e se deitou ao lado dela, puxando-a para um beijo. Eu me posicionei do outro lado, passando a mão pelo seu corpo suado.

— E aí, amiga — eu disse, sorrindo. — Aprendeu alguma coisa nova?

Ela riu, exausta e realizada ao mesmo tempo. — Aprendi que você é muito mais safada do que eu imaginava, Marina.

— E você? — Lucas perguntou, beijando o seu ombro. — Está pronta para a próxima lição?

Eu ri. Aquela noite tinha sido a primeira de muitas.

No dia seguinte, enquanto Tomávamoscafé da manhã, Tainá me mandou uma mensagem pelo celular. "Obrigada por tudo ontem. Você tem um marido incrível e um cú ainda mais incrível (agora eu sei do que eu estou falando 😉). Quando é a próxima aula?"

Eu sorri e respondi: "Quando você quiser, putinha. A universidade está sempre aberta."

Lucas leu por cima do meu ombro e gargalhou. — Ela vai voltar.

— Eu sei — eu disse. — Esse tipo de lição a gente não ensina só uma vez.

E assim começou a nossa nova realidade. Tainá virando uma frequentadora assídua do nosso quarto, sempre aprendendo algo novo. E eu, no meio de tudo, sendo a putinha mais sortuda do mundo.

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