Eu sempre fui uma esposa dedicada, dessas que fazem o marido feliz na cama. Com o Jorge, meu marido, eu aprendi a gostar de coisas que eu nunca imaginei. Ele era corninho de verdade — não desses que fingem e depois ficam com ciúmes. O Jorge curtia demais me ver com outro homem, e quanto mais negro e bem dotada melhor.
Eu tenho medo do meu próprio tesão. Sério.....
Podem me chamar de Nanda. Sou uma novinha de 21 anos e casada com um corno manso de 34. Nos conhecemos na faculdade quando eu tinha 17 anos e logo iniciamos um namoro. Casamos quando eu tinha 19 anos e eu descobri este fetiche do meu marido através do historico de pesquisas dele na internet.
Isso me deu tesão, pois sempre quis saber como era a sensação de ter outro homem me comendo... Então alimentei este fetiche dele aos poucos e, em menos de 6 meses eu já estava recebendo o primeiro "amigo" em nossa casa. Lembro dele com carinho e tesão... Foi meu primeiro homem depois do meu marido.
Mas vamos ao relato de hoje.
Tudo começou numa noite de sábado. Eu estava deitada no sofá, vendo novela, e o Jorge chegou com o celular na mão, sorriso nervoso.
— Amor, eu achei alguém pra você.
Eu fingi que não entendi. Ele veio se sentar do meu lado, passou a mão na minha coxa.
— Um amigo meu. Negro. Bem dotado. Sabe aquele papo que a gente conversou sobre eu te ver tomando no cu de outro homem?
Eu senti minha buceta apertar só de imaginar.
— Quem? — eu perguntei, tentando parecer indiferente.
— Gabriel. O primo do Leandro.
Eu conhecia o Gabriel de vista. Alto, negro, corpo de jogador de futebol, esses olhos escuros que faziam qualquer mulher perder a linha. Eu já tinha me imaginado com ele uma vez — mas nunca pensei que fosse acontecer de verdade.
— E ele topou?
— Ele tá louco pra te comer, Fernanda. Disse que desde que te viu no aniversário do Leandro ele ficou com essa ideia na cabeça.
Eu respirei fundo. O coração acelerou.
— Quando?
— Agora. Ele tá vindo aqui em vinte minutos.
Eu olhei pro Jorge. Ele estava com uma mão dentro da calça, punhetando, os olhos brilhando de tesão.
— Agora? Meu Deus, deixa eu tomar outro banho e me arrumar... — eu disse.
Eu tomei um banho rápido, me depilei inteira, passei óleo corporal com cheiro de baunilha. Escolhi uma calcinha preta de renda e um robe fininho que o Jorge me deu no nosso aniversário. Eu sabia que o Gabriel ia adorar.
Quando a campainha tocou, meu coração acelerou. O Jorge foi abrir e eu fiquei na sala, esperando. Eu ouvi a voz grave do Gabriel, rindo de alguma coisa que o Jorge disse. Depois os passos se aproximaram.
Ele entrou na sala e me viu ali, de robe, os seios marcados pelo tecido fino. Os olhos escuros dele percorreram meu corpo inteiro — do rosto aos pés, parando no quadril, no rabo.
— E aí, Fernanda — ele disse. — Quanto tempo.
— Quanto tempo mesmo — eu respondi, tentando parecer calma.
O Jorge sentou na poltrona, ao lado do sofá. Ele já estava com o pau duro pra fora da calça.
— Pode começar — o Jorge disse pro Gabriel.
Eu não esperei. Eu soltei o robe e deixei ele cair no chão. A calcinha ficou — renda preta, quase invisível. O Gabriel tirou a camisa devagar, mostrando aquele corpo negro e forte, os músculos definidos, um six-pack que fazia minha boca secar.
— Vem cá — eu mandei.
Ele veio. Pareceu encolher a distância entre nós em dois passos. Quando ele chegou perto, eu senti o calor do corpo dele, o cheiro de homem que emanava da pele. Ele passou as mãos pelos meus cabelos, me puxou pra um beijo. A língua dele era grossa e dominadora, me explorava sem piedade.
— Você é uma puta gostosa — ele murmurou contra a minha boca.
Eu gemi. A mão dele desceu pro meu rabo, apertou uma das bandas. Depois desceu pra frente e passou o dedo pela calcinha.
— Já tá molhada — ele constatou. — Vadia gostosa.
Ele tirou minha calcinha com um movimento rápido. Depois abaixou e enfiou a cara na minha buceta. A língua dele percorreu toda a extensão da minha fenda, circulando o clitóris, mergulhando no buraco. Eu agarrei o cabelo dele, apertei as pernas, rebolei na cara dele.
— Mais — eu pedi.
Ele levantou, tirou a calça. O pau dele ficou livre — negro, grosso, pelo menos uns vinte centímetros, a cabeça apertada e brilhando de pré-gozo. Eu engoli em seco.
— Isso aí é pra meter no meu cú? — eu perguntei.
O Gabriel sorriu. Ele me jogou na cama, abriu as pernas bem abertas. Eu fiquei de quatro, o rabo empinado na direção dele. Senti ele posicionar o pau na entrada do meu cuzinho.
— Devagar — eu pedi. — Eu aguento mas tem que ser devagar.
— Vou comclamnha, não se preocupe. — ele respondeu.
Ele começou a empurrar. A cabeça do pau dele abriu meu cuzinho de casada bem devagar, eu senti aquela queimação deliciosa, meu corpo se contraindo ao redor daquela invasão. Eu respirei fundo, relaxei, deixei ele entrar mais.
— Ai caralho, porra. — eu gemi quando ele colocou tudo dentro.
COmeçou devagar para eu acostumar com esse pau enorme me arregaçando e aos poucos foi aumentando as estocadas. O som das bolas batendo no meu rabo era música pros ouvidos do Jorge. Eu olhei pra ele — o marido estava com a mão no pau, punhetando sem parar, os olhos fixos em mim sendo sodomizada por um negro de pau gigante. Ele observava cada centímetro entrando completamente em sua linda esposa e saindo....
— Agora fode. Não era isso que você queria? — eu mandei.
Gabriel obedeceu. Ele começou a me apertar a cintura, socarforte com pancadas ritmadas, cada uma delas pareceia que iria me atravessar. Me senti uma puta por não ter dado a bucetinha, somente meu rabo.
— Seu marido tá gozar vendo você levar meu pau no cú — Gabriel dizia entre gemidos.
Eu olhei pro Jorge. Ele estava gozando em jatos, o sêmen acertando o peito dele. Ele nunca tinha gozado assim só assistindo — e a cena estava me deixando cada vez mais molhada. Minha bucetinha estava pingando de tesão e meu cú sofrendo de quatro para aquele negro delicioso. Já não aguentava mais tomar fundo e segurar a gozada...
— Eu vou gozar — eu disse. — Ah, Gabriel, não para... fode mais filho da puta... continua que vou gozar dando o cú pra você...
O prazer foi se construindo dentro de mim, meu rabo apertando o pau grosso. Gabriel meteu com força cada vez mais rápido, montando em mim como se eu fosse uma prostituta e quando ele explodiu dentro de mim com um gemido alto, eu senti meu corpo inteiro tremer com o meu próprio orgasmo.
O Gabriel saiu de cima de mim e se sentou na cama, ofegante. Eu desabei, o rosto no travesseiro, o rabo formigando, cheia de porra.
O Jorge veio até mim e me beijou.
— Você foi maravilhosa, amor — ele disse.
— Ela foi uma vadia gostosa — o Gabriel corrigiu. — E eu vou querer mais.
Eu sorri, me recompus e fui limpar aquele cacete enorme e preto com a boca para que ele pudesse ir pra casa limpinho.
Meu marido, com o pau todo gozado também se aproximou para que eu pudesse sugar aquela porra deliciosa que só ele tem.
Terminei minha limpeza e me levantei, indo em direção ao banheiro, sorrindo, com meu cú ardendo e piscando... mas sorrindo...
— Quando vocês quiserem mais, eu também quero repetir... E quero uma DP.
Isso aconteceu em 2025 e desde então, Gabriel arruma alguns amigos para festinhas onde eu sou a puta e meu corninho só fica acompanhando, servido cerveja, lubrificando minha buceta, meu cú e filmando eles me arrombarem de todas as formas possíveis.