Ela sabia que havia provocado os instintos deles. Marina tinha sessenta e cinco anos, era adepta de vida saudável, frequentava academias, tinha o corpo sarado, forte, com pernas torneadas e barriga tanquinho. Mas, o que mais chamava à atenção, era sua bunda arrebitada, bem delineada em seus shorts e nas suas minúsculas calcinhas. Os dois rapazes, com espinhas no rosto, estavam encantados com ela. Uma gata, dizia um. Muito gostosa, dizia o outro. E agora, para alegria dos dois, ela estava ali, junto com eles, disposta a tudo. Dominante, controladora, pronta para usar e ser usada do jeito mais carnal que possa existir. Ela deitou-se na cama e chamou-os. Com seus braços esticados e sua carinha safada, fazia gestos para eles, abria as pernas e lhes mostrava a buceta, lisinha, dentro daquela calcinha irresistível. Eles obedeceram, foram, e no impulso masculino, já deixavam à mostra os seus paus duros e sedentos. Um deles ajoelhou-se na cama, perto do rosto dela, oferecendo-lhe o pau para que chupasse. Ela chupou, mamou, mordeu, lambeu, sugou. O outro, ajeitou-se entre as pernas dela, tirou a sua calcinha, e mergulhou de boca na buceta dela, chupando, passando a língua, arrancando dela gemidos e sussurros incompreensíveis. Trocaram de posição, quem era chupado, agora chupava, e quem chupava, agora era chupado. De repente, ele não quis mais chupar, alinhou-se e meteu soa pica na buceta dela, fudendo gostoso, num vai e vem frenético, ritmado, enquanto ela engolia uma pica como ninguém jamais saberia fazer. O que estava comendo a buceta, deitou-se de bruços e colocou-a por cima, cavalgando, pulando sobre o pau com maestria, enquanto o outro veio por trás, e fazendo uma dupla penetração, meteu com vontade o cacete no cu dela, que gemeu de tesão, sentindo-se preenchida, comida com muito desejo.
Coroa sedutora
Por @tentação·05 de maio de 2026·2 min de leitura
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