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Troca de casais

Casais amigos

Por @tentação ·29 de abril de 2026·4 min de leitura

CASAIS AMIGOS

Eram amigos, conheciam-se desde os tempos de escola, moravam no mesmo bairro, e desde sempre, criaram laços indissolúveis, para a vida toda. Como resultado, Leco casou com Simone, e Leno casou com Patrícia. Passaram agora de amigos, a inseparáveis, pois, viraram vizinhos, compadres e cumplices.

Os quatro tinham ideias similares, desfrutavam dos mesmos pensamentos eróticos, e conversavam entre si sobre esses assuntos. Davam suas opiniões, dividiam seus desejos, segredos, e algumas vontades que por medo, não saiam do papel de nenhum dos quatro.

Um dia, em uma dessas conversas triviais que sempre tinham, resolveram que iriam num clube de Ménage à Trois. Queriam ver de perto, tudo que sempre tiveram vontade de fazer, mas não tinham coragem. Entraram em acordo, marcaram o dia, fizeram reservas, aceitaram todas as condições do estabelecimento e ficaram na expectativa.

Na data certa, no horário certo, lá estavam todos na casa de Leco e Simone. Tomavam alguns drinques para desinibirem-se e cessassem o nervoso. Leco vestia calça jeans azul e camisa branca, quase igual a leno, que apenas mudara a cor da camisa para verde. Simone vestia um tubinho amarelo prateado, justíssimo, com uma abertura lateral até metade da coxa e uma calcinha diminuta, que deixava marcada sua bunda exuberante. Já Patrícia, vestiu uma mini saia de couro preto, também justíssima, com uma mini blusa também preta que realçava seus seios duros e empinados.

Porém, para decepção dos quatro, caia uma chuva torrencial, e o clube, entrando em contato com Leco, avisou que nesta noite não abriria às portas por medida de segurança por causa do temporal. Houve um silêncio, depois lamentações, e uma certa brochura entre os casais. Leco então chamou Leno num canto e falou:

-- Por que não fazemos a festa aqui mesmo?

-- Aqui em casa? Como?

-- Sim, conversamos com as meninas, e vemos se topam. Seria sensacional, pois já nos conhecemos, sabemos do que gostamos e ficaria mais fácil nos adaptarmos pela amizade.

Chamaram as esposas, expuseram os fatos, e pediram que decidissem. Simone e Patrícia se entreolharam, assentiram com a cabeça, e disseram:

-- Por que não? Achamos que esse sempre foi nosso destino!

Para quebrar o clima, Simone foi até a cozinha preparar uns petiscos, e assim que saiu, Leco sinalizou para Leno acompanha-la, o que foi consentido por Patrícia, que ficaria na sala com Leco.

Na cozinha, de costas para a porta de entrada, Simone buscava algo na geladeira quando foi surpreendida e agarrada por trás. Leno encostou-se nela abraçando-a e relando o seu pau já duro no rabo de Simone. Ela gemeu baixinho enquanto corria a mão naquele instrumento duro sobre a calça. Leno mordia, lambia o pescoço dela, acariciava os seus seios com uma mão, enquanto a outra subia o vestido dela até ficar só com a calcinha aparecendo.

Acariciou a buceta dela, enfiou-lhe um dedo em sua brechinha, dedilhando seu clitóris com se fosse um violão bem afinado. Mesmo de costas pra ele, ela abriu a fivela do cinto, desabotoou a calça, e por dentro da cueca, agarrou o pau de Leno e começou uma punhetinha deliciosa.

Enquanto isso, na sala, Leco sugava a boca de Patrícia, chupando sua língua, enquanto apertava os seios dela, rígidos e cheios de tesão. Ele deitou-se no sofá, ela tirou a roupa dele, ajoelhou-se entre suas pernas, e chupou, mamando como nunca, o pau do seu amigo. Ele virou-a para si, e sem que ela parasse de chupar, abocanhou a buceta dela como se fosse um manjar que desmancha na boca.

O cheiro de sexo exalava no ambiente, e da cozinha, Leno e Simone foram para a sala juntar-se aos outros dois que se chupavam. O clima era melhor possível, em pé, de costas coladas, Leno e Leco recebiam de suas amigas, uma chupada fenomenal, com direito a lambida no saco, e algumas dedadas no cu, que elas não deixavam de dar neles.

Deitaram-se no chão, e elas vieram por cima, encaixando suas bucetas meladas nos cacetes duros, cavalgando, enquanto beijavam-se na boca. Inclinaram-se pra eles para que pudessem mamar seus seios como crianças sedentas de fome. Treparam, treparam muito, nunca duas bucetas foram tão fudidas, comidas, por paus que não eram os seus.

E quando tudo parecia terminado, elas sacaram os seus vibradores, colocaram eles de quatro....

Mas isso já é outra história.

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